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Crislamismo: como a mídia vem tentando convencer que muçulmanos e

Enviado por Sexta, maio 12 @ 07:00:00 BRT por admin

O crislamismo é uma pretensa doutrina, incentivada sutilmente pela mídia, para convencer as pessoas mais desatentas de que o deus adorado pelos muçulmanos, Alá, é o mesmo Deus a quem os cristãos servem. Diante disso, líderes cristãos estão se manifestando para explicar as diferenças. A mídia ocidental, principalmente as agências de notícias, adotou a estratégia...

O crislamismo é uma pretensa doutrina, incentivada sutilmente pela mídia, para convencer as pessoas mais desatentas de que o deus adorado pelos muçulmanos, Alá, é o mesmo Deus a quem os cristãos servem. Diante disso, líderes cristãos estão se manifestando para explicar as diferenças.A mídia ocidental, principalmente as agências de notícias, adotou a estratégia de banir o nome “Alá” de suas matérias, traduzindo o termo como “deus”, para assim, reforçar o seu mantra de que o islamismo é uma religião de paz e que os atentados terroristas são ações isoladas de extremistas que entendem o conceito do Corão de forma equivocada.
O grito de guerra dos muçulmanos, “Allahu Akbar”, se tornou uma frase popular no ocidente, e vem sendo traduzida pelos canais de mídia como “deus é grande”. No entanto, estudiosos apontam que essa é uma tradução equivocada e, até, mal intencionada.A frase, em si, é uma afirmação que identifica que o muçulmano que a pronuncia está *****prindo sua parte na jihad, a chamada “guerra santa”, pois seu significado real é “deus é maior”, que no contexto original, é um desagravo aos sistemas de governo e demais religiões.

“Seu grito de guerra é mal traduzido pela mídia ocidental como ‘deus é grande’. Mas o verdadeiro significado é ‘deus é maior’, significando ‘Meu deus é maior do que o seu deus ou governo”, explicou o jornalista Robert Spencer, do portal Breitbart.A distorção do termo “Allahu akbar” expõe um problema que transcende as questões da semântica, pois expõe a visão intransigente dos muçulmanos de que Alá e o islamismo estão acima dos governos, religiões, ética ou leis, e por isso, muitos jihadistas a associam à morte dos que eles chamam de “infiéis”.Caleb Parke publicou um artigo no portal Charisma News e criticou a postura da mídia sobre o assunto: “Nós merecemos a verdade e não uma versão politicamente correta dos fatos”, salientou, explicando que os extremistas usam a frase como garantia de que, se morrerem, suas últimas palavras seriam uma expressão de fé.O teólogo Albert Mohler, presidente do Seminário Teológico Batista do Sul, nos Estados Unidos, vem constantemente criticando a mídia para que exista, em suas reportagens, uma diferenciação entre o deus descrito no Corão e no Deus presente na Bíblia Sagrada: “Os cristãos acreditam em um só Deus. Ele é o Pai que enviou o Filho para nos salvar de nossos pecados”.Mohler ainda destaca que Alá é descrito no Corão como um ser que não se revela pelo Espírito Santo, muito menos reconhece Jesus como filho. “Entendendo isso, percebemos que muçulmanos e cristãos não usam somente nomes diferentes para falar sobre Deus. Na realidade, esses diferentes nomes se referem a deuses diferentes”, sublinhou.
Uma escritora ex-muçulmana convertida ao Evangelho concorda com o teólogo batista: “Jesus morreu por nós é bem diferente de ‘Devemos morrer por Allah’”, afirmou Nonie Darwish, que publicou recentemente o livro “Wholly Different: Why I Chose Biblical Values Over Islamic Values” (“Completamente Diferente: Por que escolhi valores cristãos e descartei os valores islâmicos”).Egípcia, nascida em uma família de tradição muçulmana, Nonie passou metade de sua vida dedicando-se ao islamismo, mas após conhecer o Evangelho, abandonou a religião de seus pais e passou a denunciar os erros dela.Segundo Nonie Darwish, quem traduz “Allahu Akbar” como “deus é grande” pode não estar mal intencionado, e talvez preocupado em não ofender os muçulmanos. Entretanto, ela afirma: “O Ocidente precisa da verdade, independentemente de quão difícil ela seja difícil de ouvir”.fonte https://noticias.gospelmais.com.br/crislamismo-midia-tenta-muculmanos-cristaos-deus-90014.html

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