7 Pastores Que Você Não Sabia Que Existiam. Isso É O Fim Do Mundo!

Nos dias de hoje, muitos entendem que por Deus ser amor, todos podem ser cristãos e continuar vivendo o seu estilo de vida que desejam sem se importar com que a Bíblia diz. Com essa desculpa, hoje temos autodenominados pastores que não respeitam a Palavra de Deus.

Abaixo, vamos lhe apresentar alguns destes pastores que você não sabia que existiam. Eles escolheram ser pastores a sua maneira, não se importando com que a Bíblia diz. Prepare-se para ver algo realmente estranho:

1) Pastor Allen Parker

O pastor Allen Parker fica nu durante celebração dos cultos de sua igreja no estado de Virginia, EUA.
Segundo o pastor, todos aqueles que estão reunidos na igreja são simples seres humanos. Ele destaca que, sem qualquer riqueza pessoal ou aparência glamourosa, todos são iguais quando estão nus.

Ele afirma que muitos dos momentos mais importantes da Bíblia ocorreram enquanto os protagonistas estavam nus. Segundo ele Jesus ao ser crucificado estava nú e quando se levantou deixou sua roupa na sepultura.

Apesar de a igreja permitir que os fiéis fiquem totalmente nus, alguns decidiram continuar usando roupas durante o culto, particularmente por causa do inverno, enquanto outros optaram por não deixar as partes íntimas à mostra.

2) Pastor Cleetus Adrian

O Pastor Cleetus Adrian e sua esposa, Nichole, são pastores seniores e fundadores da Deliverance Bible Church, um ministério que atinge os marginalizados da sociedade com a mensagem da cruz de Jesus. A “Igreja da Bíblia de Libertação” foi iniciada em 1999 pelos pastores Cleetus e Nichole Adrian.

Cleetus parece ser amante das tatuagens, pois tem o seu corpo coberto por elas. Eu seu site relata que, desde o primeiro dia em que ele chegou a Jesus em 1995, ele teve um desejo convincente de ver as pessoas serem salvas. Ele diz ser consumido por isso. É o que ele ora e o que ele ensina.

3) Pastor Peta Evans

O pastor Peta Evans, diz se identificar como uma pessoa não-binária, ou seja, não se considera nem homem e nem mulher, ele tornou-se notícia ao ser nomeado pastor da Igreja da Comunidade Metropolitana Village em Brighton, na Inglaterra teve sua identidade de gênero respeitada pela comunidade e a jornada ministerial apoiada.

“Estou entusiasmado por recuperar a Bíblia daqueles que tentaram fazer dela uma arma contra aqueles que são diferentes”, declarou. “Adoraria que a paixão e a integridade da Comunidade chegassem a pessoas de todas idades, identidades de gênero e caminhos”.

Ele disse que está começando a criar um grupo para pessoas trans, para que elas possam olhar os textos sem que interpretações passadas fiquem no caminho. “Eu tenho amor pela espiritualidade celta, que mistura a vida prática e a espiritual, encontrando profundidade e prazer em todas as coisas”.

4) Pastoras Sally Sarrat e Maria Swearingen

A casal de lésbicas irá assumiram   no final de fevereiro de 2017 a liderança da Igreja Batista Calvário, uma igreja histórica de 155 anos localizada em Washington, nos Estados Unidos.

Sally Sarratt e Maria Swearingen, que são casadas, foram ordenadas como ministras em 2015.

“Nós encontramos a Calvário e nos apaixonamos por essa igreja e por seu compromisso de ser uma voz de justiça e compaixão para aqueles que encontram a integridade de sua humanidade, que é desconsiderada e difamada”, disseram Sarratt e Swearingden.

De acordo com um texto publicado pela Batista Calvário, a igreja sempre teve uma “perspectiva progressista”. “A congregação está comprometida em ser uma igreja urbana, onde a justiça social realmente importa e todos são bem-vindos para a comunhão cristã. A Calvário se beneficia da liderança das mulheres em todos os níveis de vida da igreja”.

A presidente do Comitê de Seleção Ministerial da Calvário, Carol Blythe, informou que o conselho ficou “impressionado” com a profunda fé e “compromisso” das novas pastoras em fazer parte da comunidade.

“Ficamos impressionados com o fato de seus dons, talentos e experiências corresponderem às prioridades do nosso ministério. Estamos entusiasmados com o próximo pastorado e com a versatilidade que o modelo de co-pastoras proporcionará à nossa congregação”, disse ela.

5) Pastor Jamie Coots

Gregory James Coots foi um pastor pentecostal no Kentucky, que foi destaque no reality show da National Geographic Channel “Snake Salvation” (Salvação de cobras), que documentou a vida de pessoas que praticam manipulação de cobras . Coots morreu em 15 de fevereiro de 2014 devido a uma mordida de cascavel durante um culto

De acordo com uma nota do Departamento de Polícia de Middlesboro, alguém acionou a emergência na manhã do sábado falando que uma pessoa havia sido mordida por uma cobra em uma igreja.

Quando a ambulância chegou, os socorristas foram informados de que Jamie Coots tinha ido para sua casa. Encontrado, Coots recusou tratamento médico. As equipes de emergência deixaram o local e, quando retornaram cerca de uma hora depois, já encontraram o pastor morto.

Nos cultos com os animais, os fiéis seguram as cobras nas mãos enquanto oram, o que é considerado um teste de fé.

Coots foi pego em flagrante em janeiro de 2013 transportando três cascavéis e duas copperheads de Knoxville, no Tennessee, para a sua igreja. Oficiais do estado confiscaram as cobras, e Coots se declarou culpado por posse ilegal de animais selvagens. Foi-lhe dado um ano de liberdade condicional sem supervisão.

6) Profeta Shepherd Bushiri

O pastor Sheperd Bushiri esta sendo acusado de charlatanismo por gravar um vídeo e afirmar que tem o “poder de caminhar no ar”. No o vídeo que mostra ele levitando, muitas pessoas alegam que nada como uma câmera bem colocada e uma boa edição para que isso aconteça.

Segundo o pastor de Malauí, que se auto-intitula como profeta de Deus, ele pode caminhar no ar por conta de uma benção divina. Bem mais do que Jesus, que caminhava na água segundo a Bíblia.

A repercussão do vídeo de Bushiri foi bastante diversificada. De um lado estavam aqueles que levaram as imagens na brincadeira; de outros, estavam religiosos que se sentiram ofendidos com a gravação, afirmando que se trata de um “atentado à fé alheia”.

O interessante do vídeo é que, em nenhum momento, o corpo do pastor é mostrado por inteiro enquanto ele flutua. O zoom se aproxima dos seus pés e, só então, eles saem do chão. Quando a câmera se desaproxima, o pastor faz questão de mostrar que está sozinho.

7) Pastora Nadia Bolz-Weber

Fundadora da Igreja “Casa para Todos os Pecadores e Santos” na cidade americana de Denver, uma desbocada pastora luterana fã de tatuagens, que já foi pagã, alcoólatra e comediante, está reinventando a igreja.

Nadia Bolz Weber chama a atenção instantaneamente. Tem 1,85m de altura, cabelos pretos e grisalhos curtos, batom rosa forte e braços descobertos, torneados por horas de academia.

E são nos braços que estão sua marca: as tatuagens. Imagens coloridas, cheias de detalhes. Um observador mais atento não deixa escapar que algumas retratam personagens e cenas da Bíblia.

“Eu tenho imagens de todo o ano litúrgico”, diz, apontando para o braço esquerdo.

“Há o anjo Gabriel, Elizabete e Zacarias para o Advento, o Natal, Jesus no deserto para a Quaresma, Sexta-feira Santa e a crucificação, o anjo e as mulheres no sepulcro vazio para a Páscoa e Maria e os apóstolos com chamas em suas cabeças para Pentecostes”.

Isso tudo apenas de um lado. Vira-se para mostrar seu braço direito, onde tem uma grande tatuagem de Maria Madalena, seguidora de Jesus que é frequentemente descrita como prostituta.

Ela discorda, sugerindo que os textos na Bíblia seriam mal interpretados e que, como a primeira pessoa a encontrar Jesus depois da ressurreição, “ela é a apóstola dos apóstolos”.

Nadia diz que Maria é sua padroeira. “Ela é feroz”.

E, finalmente, revela que em suas costas há um “enorme pedaço que é a ‘Anunciação-barra-desenho-para-esconder’ uma tatuagem realmente horrível que algum viciado fez quando eu estava deitada no apartamento dele, em 1991”.

Nadia não pode ser descrita como piedosa. É franca sobre seu passado selvagem e falhas em seu caráter – admite que é difícil ser gentil com as pessoas – e conta histórias que são engraçadas, autodepreciativas e cheias de palavras que podem ser consideradas ofensivas.

Sua autobiografia, publicada em 2013, está cheia do que chama de “linguagem maliciosa” – na verdade, palavrões.

Seu caminho para o sacerdócio foi tortuoso – via alcoolismo e comédia stand-up – e ela usa sua história para empolgar outros outsiders a se aproximarem da igreja.

Nadia foi criada em Colorado Springs, na altamente conservadora Igreja de Cristo. “Tive uma educação religiosa muito severa”, diz, “fundamentalista, legalista, sectária”.

Ela, inclusive, cursou uma das universidades da igreja, Pepperdine, em Malibu, na Califórnia – certamente um dos campi mais lindos do mundo, construído no alto de um rochedo sob o Oceano Pacífico. Mas ela não se lembra muito de seus quatro meses lá. “Eu era uma drogada.”

Abandonou a faculdade, mudou-se para Denver, no Colorado. Tornou-se alcoólatra.

“Fui apenas uma garota que não se adaptava. Estava com muita raiva”, diz. “Essa raiva me protegia, me salvava de uma maneira – até que eu adicionei drogas e álcool a esta mistura que quase me matou!”

É franca sobre seus dias dormindo por aí, bebendo e se drogando. “Estava perfeitamente feliz com a ideia de que estaria morta aos 30 anos.”

Mas, um dia seu, melhor amigo, PJ, se matou. Ela o conhecia do circuito de comédia e seu funeral foi realizado num clube de comédia em Denver, que ela descreve como “cheio de acadêmicos, estranhos e alcoólatras em recuperação”.

Nesta época, ela já havia deixado a Igreja de Cristo, e tinha praticado e abandonado o paganismo. Mas ainda acreditava em Deus e, como era a única dos amigos de PJ a ter qualquer fé, foi convidada para discursar em seu funeral.

“Olhei para fora e pensei: ‘Estas são minhas pessoas e elas não têm um pastor – e talvez eu realmente tenha sido chamada para ser uma pastora para o meu povo’”, diz.

E, assim, pouco depois de frequentar um seminário luterano, ela fundaria a Casa para Todos os Pecadores e Santos, com a missão de levar o evangelho a outros outsiders.

“Tive que começar uma igreja a qual gostaria de frequentar, basicamente porque eu raramente tinha ido a alguma que eu gostava”, diz.

“Na verdade, disse ao meu bispo em algum momento durante o processo, ‘Olha, você poder me colocar numa paróquia nos arredores de uma pequena cidade, mas você e eu sabemos que seria ruim para todos os envolvidos… Então por que não começar uma?’ Ele disse: ‘Sim, essa parece uma ideia melhor.”

Um terço de sua congregação é gay, lésbica ou transgênera. E eles comemoram o fato. Há até mesmo uma “Ministra das Coisas Fabulosas”, uma drag queen chamada Stuart.

Nadia diz que toda congregação deveria ter uma drag queen, e cita como exemplo a ideia que Stuart teve “para encorajar as pessoas a ajudar a financiar a comunidade da qual faziam parte”. “Stuart disse: ‘Vamos fazer uma camiseta, que na frente tenha os dizeres ‘Isso aqui não é de graça’, e nas costas ‘Então faça o favor de pagar o dízimo, Piranha!’. Você vê o que eu quero dizer? Isso torna a igreja tão mais legal”.

Eles não são donos do edifício da igreja, e rezam em círculo com o altar ao centro. Ela diz que isto é porque muitos jovens que frequentam a igreja têm uma “suspeita de instituições e de autoridade presumida”. Ela se identifica claramente com eles.

Compartilham funções e cantam hinos não acompanhados, na tradição à capela que ela trouxe da Igreja de Cristo.

Cerca de 40 deles iam às missas aos domingos, diz. Mas, depois de ter sido retratada no jornal The Denver Post e de ter realizado uma missa ao ar livre na Páscoa, a congregação dobrou num piscar de olhos.

De repente, estava atraindo seguidores não tão jovens, de 65 anos, do subúrbio. Chamou esse processo de “crise de identidade”.

“Foi horrível. Olhei ao redor, eu estava tipo, ‘Cara, essas pessoas poderiam ir à qualquer igreja protestante da cidade e ver um monte de pessoas que se parecem como elas. Por que elas estão atrapalhando nosso (ninho) estranho?!’”, diz.

Ela diz não ter preconceitos sobre identidade ou orientação sexual, e nenhuma paciência com os debates sobre sexualidade que tomam tantas igrejas, incluindo a sua própria denominação luterana. Diz que é porque não lê a Bíblia de forma literal – na verdade, chama essa leitura de idolatria.

Mas enquanto é socialmente progressista, Nadia segue os ensinamentos da tradição ortodoxa luterana.

Graças, em parte, à sua autobiografia, Pastrix: The Cranky Beautiful Faith of a Sinner and Saint (Pastrix: a crença bela e doentia de uma pecadora e uma santa, em tradução literal), que se tornou um best-seller, ela virou uma palestrante procurada nos EUA e fora do país – em igrejas evangélicas tradicionais, entre outras.

“Isso não é divertido? Que eles podem nunca ter convidado uma mulher pregadora e, em seguida, convidam uma que sou eu?! É como se eles tivessem ido de zero para 60”, diz.

Não é de surpreender que ela receba convites constantes para participar de reality shows na TV. Mas surpreendente mesmo foi o fato de ter sido sondada se gostaria de se tornar uma bispa.

Diz que não tem intenção de aceitar a oferta – nenhuma delas

fonte https://www.portalpadom.com.br/7-pastores-que-voce-nao-sabia-que-existiam-isso-e-o-fim-do-mundo